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Crónicas de uma Vampira - Aprendizagem II
Como todas as sociedades, os vampiros também tinham regras, as quais tinham de
ser rigorosamente seguidas. Foi-me proibido então revelar a minha natureza à
aqueles que não sejam do sangue, pois ao fazer isto estaria a renunciar aos meus
direitos de sangue. Apenas com a permissão do meu "Ancião", professor, ou apenas
o meu anjo negro eu poderei criar outro da minha raça, caso contrário eu e o meu
progênie seríamos sacrificados. O meu domínio é de minha responsabilidade,
enquanto nele, todos me devem respeito, não me poderão desafiar. Os que eu criar
serão como meus filhos, são responsabilidade minha, os pecados deles cairão em
mim. Se eu quiser ir a uma cidade estrangeira tenho de me apresentar diante de
quem a gerir, sem a sua palavra de aceitação, não serei nada lá. Sou proibida de
destruir outro da mesma espécie. O direito da destruição pertence apenas ao meu
Ansião.
Existiam clãs entre os vampiros, com rivalidades entre si, algo comum nos
humanos. Afinal de contas estamos todos no mesmo planeta, uns fazem guerras por
dinheiro e poder, outros por sangue e poder. Era bastante fácil de entender que
tanto os humanos como nós vampiros éramos ligados pelo forte desejo de poder.
O meu clã? Fui abraçada por um membro Giovanni, logo eu era uma deles. Giovanni...
um clã de vampiros necromantes. A arte de necromancia Negra sempre me fascinou,
e agora, agora tinha-a no sangue.
by: Lua
Apr 19, 2008
1:28 PM